Ouvir têm um papel fundamental no desenvolvimento
e uso da linguagem normal. Processar as informações sensoriais
auditivas experienciadas no meio em que se está inserido, principalmente
no que se refere a sons verbais é importante para se adquirir
linguagem.
Alterações no processamento auditivo
podem contribuir de algum modo para certas deficiências de aprendizado
da comunicação, seja ela manifestada através da
linguagem falada ou escrita.
Indivíduos com alterações
do processamento auditivo podem apresentar problemas de fala (habilidade
pobre em discriminar fonemas), ou de aprendizado da leitura e/ou da escrita,
e/ou problemas comportamentais, como por exemplo baixa auto-estima.
Esta
inabilidade auditiva em lidar com sons da língua
pode ser a base de alguns distúrbios de aprendizagem. Sendo assim,
qualquer evidência em como a criança ouve e/ou fala e/ou
lê, que chame a atenção, como por exemplo: falar
projetando a língua para fora da boca; falar deixando escapar
saliva pelas laterais da boca, falar distorcendo ou trocando alguns sons,
falar rápido demais, ou quando a mãe não sabe se
a criança não ouve bem ou não compreende bem, ou
refere que “a criança só ouve quando quer” deve
ser considerada e procurada a ajuda de um fonoaudiólogo.
A maneira
mais eficiente de se tratar um problema é atuar
na prevenção dele. Por isto, acredita-se que a melhor maneira
de se cuidar do aprendizado da linguagem é propiciar um meio ambiente
favorável para o seu desenvolvimento, e estar atento as condições
de saúde auditiva da criança.
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